Chuvas

Parecia que não chovia há anos. Parecia que todas a água que caía só viria daqui de dentro. Por um bom tempo eu acreditei que não conseguiria sair daqui a menos que lá fora estivesse igual. Agora chove tanto lá fora quanto aqui dentro. Sorri ao sentir que não chovia sozinha. A brisa fresca, o silêncio da rua, o barulho das gotas no telhado. A música mais bonita para quem já não espera mais nada.

Chovemos igual. Seguimos chovendo. Chove porque uma hora vai parar. Uma hora vai amanhecer. Uma hora a chuva não fará mais sentido. Mas agora chove muito e tudo o que eu quero é sentir a chuva. Quero nublar, quero espantar os desavisados, quero ocupar todos os cantos. Eu vou inundar e me me afogar mais um dia. Virar oceano. Rasgar o céu e trovejar. Uns abrirão o guarda-chuva, outros aceitarão se molhar.

Vou chover até aprender a parar de ser tempestade onde só gostam de garoa. Hoje quero ser todo o sentimento que me couber porque amanhã serei arco-íris. Só amanhã, porque hoje chove. Amanhã, talvez

TCC: Parte 1 – O início da saga de conclusão do curso

Para quem ainda não sabe, eu estudo Publicidade e Propaganda e acabo de entrar no meu último ano na faculdade. Essa última parte vem junto com um lindo trabalho de conclusão de curso, também conhecido como TCC. “O que é TCC?” É onde o pobre estudante passa o ano todo criando, escrevendo, pensando, pesquisando e chorando pelo mesmo tema até o dia da formatura, praticamente.

Já imaginando o que está por vir, decidi postar aqui todos os processos desse ritual incrível que temos que passar para ter um diploma universitário. Portanto essa saga será dividida em etapas e postada durante todo o ano de 2017.

Estou começando do zero e quero compartilhar essa experiência aqui. Nunca fiz um TCC na minha vida e estou morrendo de medo, confesso. Então pode ser que o próximo ano seja um pouco bagunçado e mais confuso do que minha vida já é normalmente. Pode ser que eu mude de ideia e pode ser que as coisas mudem de um dia pro outro.

Na minha Universidade temos 3 opções de TCC para escolher: Campanha Publicitária, onde, em grupo, é escolhido um cliente real e monta-se toda uma campanha com todas as peças; Planejamento de Marketing, onde, também em grupo e com um cliente real, monta-se toda a parte de marketing sem a necessidade das peças; e Monografia, onde, sozinho, escolhe-se um tema na área da Publicidade e a partir disso é preciso fazer uma dissertação e análise em todos os sentidos.

Minha ideia inicial foi fazer  uma Monografia porque 1) não me encaixei em nenhum grupo desde que entrei nesse curso 2) dependeria só de mim e 3) acreditei, por algum momento, que tinha a capacidade de escrever uma monografia e passar por esse desafio.

Logo em seguida veio Bea me propondo uma campanha para algum segmento de Moda. Começou aí alguns tipo de choro: aquele de desespero para achar uma empresa que colaborasse conosco, o choro de medo de não montar um bom grupo e o de não conseguir o orientador que a gente queria. De brinde ainda começamos com algumas tretas e confusões por questões de afinidade com pessoas ao redor. Foi maravilhoso.

Em seguida, conseguimos nos resolver um pouquinho, achamos um orientador que abraçou nossa ideia e ainda conseguimos completar o grupo com as 5 pessoas. Ok, agora já conseguimos respirar.

No exato momento estamos correndo atrás de empresas que nos respondam e contribuam com o nosso trabalho. Nada está decidido 100%, então ainda tem algumas lágrimas para derramar. Estou muito empolgada e ansiosa para ver como vai ser o resultado de tudo isso. #VaiTime

Me desejem sorte.

Você precisa conhecer Anavitória

O duo formado por Ana e Vitória é meu mais novo amor em todas as playlists. Essas duas meninas formam o Anavitória, que apresentam o que elas chamam de pop rural. Com composições autorais, vozes incríveis e melodias fofas elas vêm conquistando seu espaço.

As duas são de Tocantins e se conheceram na escola. Compatilhando o amor pela música, começaram postar vídeos com suas músicas próprias e covers no YouTube, onde tudo começou a acontecer.

Hoje, com o apoio e produção de Tiago Iorc, elas lançaram seu primeiro EP que é maravilhoso, devo dizer. Com uma pegada leve e romântica fica quase impossível não sorrir ouvindo o disco.

Nem preciso comentar que já me apaixonei muito por elas. Confere aí:

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Dois mil e dezesseis

Fiquei um bom tempo refletindo sobre como esse ano foi pra mim. Em meio a tantas pessoas indignadas com o quão ruim 2016 foi, percebi que, para mim, foi tudo muito legal. Sério mesmo! Aprendi um montão e vivi coisas que eu não podia nem sonhar que aconteceria de verdade.

Comecei um pouco sem rumo, sem estágio e sem banda. Vi que dá para encerrar ciclos na vida sem cortar laços. Isso foi muito importante. Tentei organizar minhas metas e me acostumar com minha nova sala cheia de “novos” alunos. Não funcionou muito, mas criei novas amizades.

Fui em todos os shows que eu queria. Todos. Fiquei em filas gigantescas, cantei até perder a voz, pulei, toquei na mão dos meus ídolos e gastei até o que eu não tinha. Fui em eventos, consegui autógrafos, ganhei ingressos, tirei fotos. Conheci um novo Estado, passei horas na estrada, tirei muitas fotos. Foi insano, mas valeu a pena. É pra isso que eu quero viver.

Reencontrei pessoas importantes. Pessoas de longe, de perto e umas que nunca saíram daqui do coração. Descobri que a distância não afasta quem não quer se afastar. Abracei todos eles. Meu presente veio lá de 2010 e me fez escrever mais do que nunca. Escrevi pra nunca esquecer. Amei, andei de mãos dadas e me apaixonei de novo pelo mesmo moço. Termino sem saber muito o que fazer.

No meio do caminho acabei achando a ansiedade. Agora ela mora comigo e me destrói um pouquinho sempre que pode. Sentimentos ruins, um milhão de textos e o tempo que não passa nunca. Não tinha como ser cem por cento perfeito. Conheci novas pessoas, saí por aí, perdi amizades, ganhei um lindo sobrinho-afilhado, dei aulas (!!!) e visitei cidades incríveis.

Esse foi um ano totalmente estranho. Me senti como quem entra em uma festa sem ser convidada e acaba se divertindo. Como uma criança que reencontra aquele brinquedo antigo que não lembrava mais que amava tanto. Como quem anda no chão quente com os pés descalços. Me perdi mil vezes, mas me encontrei sempre em lugares diferentes. Foi um ano bom, sobrevivi.

Z Festival 2016

Nesse último final de semana (10) aconteceu o Z Festival, que é um festival de música que busca atingir o público da geração Z. Normalmente o festival traz artistas teen e acontecem em casas de shows menores.

Esse ano, aconteceu lá no Allianz Parque e ocupou apenas metade da capacidade, ou seja, o palco estava no meio do estádio. Os artistas convidados foram: Manu Gavassi, Cheat Codes, Tiago Iorc, Projota, Anitta e Demi Lovato.

Saímos daqui por volta de 8h e chegamos lá em São Paulo às 11h. O que era pra ser uma fila era apenas um amontoado de pessoas sem uma ordem. Nosso setor, Cadeira Superior, estava misturado com o pessoal da Pista Premium. Na hora que os portões abriram foi péssimo. Muita gente, empurra empurra, calor, correria. Para entrar eles apenas olharam minha bolsa por cima, não teve revista e nem comprovação da meia entrada. A organização foi da Livepass.

Lá dentro não estava muito cheio. A comida estava com um preço absurdo (mais caro que os shows anteriores que eu já fui lá). E dessa vez foi permitido entrar com alguns alimentos. Em geral, lá funciona muito bem. Ficar na área das cadeiras é confortável para sair e voltar para comprar coisas e ir ao banheiro sem perder o lugar, além de ser coberto. Choveu.

Manu Gavassi entrou no palco pontualmente às 16h e os shows foram acontecendo na sequência. Nos intervalos aconteceu uma ação do Just Dance, onde 3 dançarinas entravam no palco e convidavam o público para dançar junto a coreografia.

Demi subiu ao palco e foi muito louco olhar as pessoas ao meu redor pirarem. Parecia que ninguém estava acreditando que ela realmente estava ali. Super curti e saí de lá com zero de voz. Confira algumas fotos:

Pessoal do Cheat Codes passeando pela Pista Premium
Pessoal do Cheat Codes passeando pela Pista Premium
Manu Gavassi
Manu Gavassi

Ação do Just Dance
Ação do Just Dance
Cheat Codes
Cheat Codes

Tiago Iorc
Tiago Iorc

Projota
Projota

Anitta
Anitta

Demi Lovato
Demi Lovato

Falando de Série: 3%

A primeira impressão que se tem de 3% é de que já fizeram isso antes. A série, inicialmente lembra algo de Jogos Vorazes e Divergente, mas é só continuar assistindo que percebemos que não é bem assim.

A trama conta a história de uma sociedade futurística onde apenas 3% da população tem acesso a uma boa qualidade de vida. Para conseguir isso, todos os jovens com 20 anos de idade passam pelo Processo, onde participam de provas – nada justas – que avaliam a capacidade deles em todos os aspectos. Os que passam, honestamente ou não, é porque possuem o “mérito”. Os que não passam são obrigados a (sobre)viver na pobreza e na miséria.

Há quem acredite no Processo quase como uma religião. As crianças, treinam a vida toda para conseguirem a chance de ter a “vida perfeita” fora do Continente. Há, também, as pessoas da Causa, que lutam contra esse sistema e buscam a igualdade. Isso nos faz refletir um pouco sobre o cenário atual em que vivemos.

Com apenas 8 episódios, a série nacional e original da Netflix chamou minha atenção pelos temas que eu já tinha gostado em Black Mirror: ficção, tecnologia e crítica social. A história pode parecer óbvia mas surpreende em alguns momentos.

A produção, apesar do esforço, deixou um pouco a desejar. Mas, como já foi anunciada uma segunda temporada, espero que evolua nesse sentido. Particularmente, achei bem interessante e estou curiosa para descobrir como será a vida desses 3% lá no Maralto. O roteiro é muito bom e vale a pena correr lá pra assistir.

Onde: Netflix

Temporadas: 1

Episódios: 8

Best Beer App: O Integrado

Penúltimo ano da faculdade de Publicidade e cá estamos nessa aventura muito louca que é o caminho até o diploma. Esse ano tivemos que produzir um (super) trabalho integrado (onde todas as matérias participam em algum momento e utilizam esse projeto como avaliação).

A ideia desse semestre era criar uma Startup, e a campanha de divulgação da mesma. E lá fomos nós. Tivemos um tempo não muito longo para imaginar o que seria nossa Startup e no final decidiu-se que seria um aplicativo localizador de cerveja artesanal que atenderia o Brasil inteiro.

Feito isso, criamos o conceito, logo, peças publicitárias, e o que seria, inicialmente, a “cara” do nosso aplicativo. O objetivo principal não era fazer o app rodar nem colocar ele no mercado e sim construir uma campanha para essa empresa fictícia.

Parecia muito fácil, mas é aí que você se engana, caro amigo! Como meu grupo gosta de viver de adrenalina, esse foi o maior sentimento desse trabalho. Lágrimas rolaram.

Criei os textos e fiquei responsável pelo blog do app. Tivemos também que fazer uma pesquisa em cima da hora então acabou sobrando para os amiguinhos ajudarem. Elaborei as perguntas e saí pedindo para as melhores pessoas responderem. Corri atrás de grupos de cervejeiros e tudo mais. Foi legal. Falei com várias pessoas que já não tinha mais contato há anos.

Estava tudo indo bem até que nos chega mais um pedido para esse trabalho: UM TEASER!!!!!!! Gravar vídeo, editar vídeo! Tivemos que pedir ajuda de outros universitários e torcer muito para dar tudo certo. Essa é a parte que a gente já começa a enxergar o fim do poço achando que não vai dar certo. Gravamos o teaser. Apresentamos. Sobrevivemos.

Essa é a nossa campanha para o Best Beer:

Cartaz para PDV
Cartaz para PDV
Anúncio de revista
Anúncio de revista
Blog
Blog
Site
Site
Tela inicial do aplicativo
Tela inicial do aplicativo

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Agradecimentos:
Pessoas lindas que responderam nossa pesquisa;
Professores que propuseram esse trabalho, acompanharam e auxiliaram;
Rafael Konda e Rodrigo, do Conscerva, pela ajuda com a pesquisa;
Carol Florêncio pela edição e artes das peças;
Galera da Agência Wake que trabalhou muito por esse trabalho.

Preciso falar de uma pessoa

Nos conhecemos por um grande acaso. Verão de 2009. Duas crianças tentando se achar em algum lugar da vida. Ele era um garoto comum com um sorriso escondido e meio sem jeito.

Eu me apaixonei por tudo nele. Ele era um garoto muito doce, muito presente, muito empolgado. Do alto de seus 15 anos, ele tinha curiosidade, paciência e me fazia sentir a pessoa mais especial do mundo todo. Não temos muitas fotos, mas ainda lembro de muito.

Vivemos bons dias juntos. Naquela época, só importava estar lá quando o outro precisasse. Descobrimos muitas coisas. Estávamos em novas escolas. Escolas diferentes um do outro. Tínhamos novidades e muita lição de casa. Em algum momento nos perdemos e eu acabei estragando tudo. Foi um desastre. Me odiei por muitos anos e desejei que ele também sentisse o mesmo. Nunca soube de fato.

Pelo mesmo acaso que nos encontramos na primeira vez, conseguimos nos encontrar de novo. Seis anos mais velhos, seis anos mais distantes. Me dei conta que era capaz de me apaixonar por ele não importa quantas vezes nos achássemos por aí. Ainda complicado, mas ele estava diferente. Desejei que aquele dia durasse para sempre e estava disposta a fugir com ele naquele instante, se fosse preciso.

Matheus é o tipo de cara que almeja muito da vida. Ele se diverte, arrisca e reclama – ele reclama muito! Ele tem um humor negro e mania de cutucar a gente. Ele é inteligente pra caramba e pessimista. Ele se acha azarado, mas mal sabe que está longe disso. Matheus gosta de coisas que eu não gosto e faz coisas que eu não faço. Ele fala com as pessoas e faz brincadeiras. Ele tem um lindo sorriso e anda de um jeito engraçado.

Sei que eu faria qualquer coisa para consertar tudo. Matheus é o cara pelo qual eu sobreviveria a mais 500 corações partidos e aprenderia a lidar com a distância. Eu nunca disse isso a ele. Sei que agora já foi. Somos passado. Somos uma pilha de assuntos inacabados. De uma forma muito estranha nunca conseguimos dizer adeus. Somos o assunto em aberto na vida um do outro. Ele está em dezenas de páginas com palavras bonitas que escrevo. Matheus trouxe meus melhores – e piores – dias e sou grata por isso.

Matheus também me faz sentir um tanto desprezível. Ele nunca fala comigo e não está mais presente. Ele desaparece e volta. Ele não diz o que sente e eu sinto demais. Matheus não gosta mais de mim e eu ainda escrevo pra ele. Eu leio as mensagens, eu imagino diálogos, eu espero uma volta. Eu espero. Matheus é o cara que me faz sentir como se eu fosse difícil de lidar, como se eu precisasse dele pra viver e não merecesse. Ele me faz sentir culpa, raiva e saudade do que eu sou, do que eu era, do que éramos. Matheus fala, mas não diz. Ele nem me fala. E eu tinha tanto pra dizer…

Matheus me desfez do que eu costumava ser e eu não consigo mais me encontrar. Ele já foi embora e fim. Eu estou louca e Matheus não faz ideia de nada disso.


História fictícia até que se prove o contrário

Meus 3 apps favoritos

Atualmente não tenho muitos aplicativos no meu celular. Tirando as redes sociais e apps de entretenimento como Spotify e Netflix, mantenho bem poucos que acho mais legais ou necessários.

Separei aqui os 3 que eu mais uso:

Maya – LoveCycles

Esse aplicativo é, sem dúvidas, o mais útil que eu tenho. Recentemente ele mudou de nome e agora o LoveCycles é o Maya <3. O aplicativo serve para acompanhar o ciclo menstrual. A diferença desse para os outros que já testei é 1) o visual mega fofo 2) eficiência e 3) precisão.

Eu nunca soube exatamente acompanhar meu ciclo menstrual e vamos combinar que essa é uma das coisas que não é bom de ser surpreendida. Nele dá pra colocar as datas de início e término, humor, peso, temperatura, sintomas fluxo de cada ciclo e com isso ele calcula todos os próximos, e, com o tempo até prevê como você estará se sentindo.

A personagem, Maya, ainda conta várias dicas e curiosidades bem legais.

Gratuito, mas possui versões pagas. Disponível para Android, iOSMicrosoft

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MusixMatch

Esse app serve para acompanhar as letras das músicas que estão tocando. Sim! Se você configurá-lo para acessar outros aplicativos (como o de música, o Spotify ou qualquer outro que reproduza músicas no seu celular), ele identificará a música e abrirá na tela um Floatlyrics para você acompanhar sem precisar abrir o app.

Dentro do MusixMatch você ainda pode encontrar as músicas e artistas que você quiser, procurar por trechos de letras ou ativar para reconhecer a música do ambiente. Ele ainda possui a tradução das letras.

Gratuito. Disponível para Android, iOS e Microsoft

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365 Journals

Esse aplicativo não é exatamente útil, mas eu adoro anotar coisas e ver minha evolução pessoal. A ideia desse app é você responder uma pergunta por dia durante todos os dias do ano. Ele ainda permite que você coloque frases diariamente, também.

As perguntas são variadas. Vão de sentimentos, acontecimentos, preferências, coisas que você já fez e etc. Por exemplo: “Qual foi o último filme que você viu?”; “Descreva a última coincidência irônica que aconteceu com você”; “O que é relevante no mundo agora?”; “Que conselho você daria para os mais novos?”

Todo dia, em um horário definido por você, o app manda uma notificação com uma pergunta para ser respondida. Você ainda pode salvar suas respostas no Google Drive.

Em inglês. Gratuito. Disponível apenas para Android

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Inspiração: Foto no Espelho

Apesar de ser uma foto simples, feita com celular mesmo, as fotos na frente do espelho viraram uma espécie de obrigação nos feeds do Instagram. Pode ser foto do look, no quarto, no banheiro, produzido ou não.

A pessoa que mais manda bem nesse tipo de selfie é, de longe, a Kylie Jenner. Se você segue ela em qualquer rede social já sabe que 5 em cada 10 fotos dela são selfies no espelho.

Separei aqui as melhores poses para inspirar vocês:

allysak | maereenotani | qveendaiisy
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glamazin tumblr | kylie jenner | pinterest
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madelinemercedes | polyvore | louise
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lazeypeach tumblr | madisonbeer | saboskirt
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Kylie Jenner
Kylie Jenner

Fotos: Pinterest | Instagram